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Explanação sobre nossa viabilidade econômico-financeira.

Partindo do ponto da legalidade do seu funcionamento segundo a Lei 9.790/99 e posterior Decreto 3.100/99 (Lei e Decreto das Oscip), a Oscip Não Me Abandone vem tornar público alguns pontos que entende como fundamental para a garantia da sua viabilidade e sustentabilidade econômico-financeira, já que a sua existência tanto para o combate do déficit habitacional, quanto na redução de todas as necessidades sociais, culturais, esportivas, educacionais, de saúde e assistenciais, estão comprovadamente expostas no trabalho desenvolvido quanto nas necessidades existentes Brasil/Mundo a fora.

Portanto, e em respeito ao SFN – Sistema Financeiro Nacional, não atuamos como bancos ou financeiras, submetendo-nos apenas ao controle interno do nosso Conselho Fiscal e externo ao controle do Ministério da Justiça, já que somos uma entidade sem fins lucrativos.
No entanto, criamos e lançamos em 07 de abril de 2012 o nosso Banco Comunitário do Brasil – BC/BR que também não é uma instituição financeira participante do SFN.
Resta-nos fazer saber que além do Ministério da Justiça e do nosso Conselho Fiscal, ainda juntamos a esse grupo, para a segurança dos nossos associados, o Ministério Público, PROCON, Polícia Federal, Receita Federal do Brasil, SPC e SERASA.

De acordo com o déficit habitacional existente hoje em nosso país (em torno de 30 milhões de residências); de acordo com as exigências bancárias; de acordo com a taxa de desemprego; de acordo com as garantias exigidas pelo SFN para a contratação de empréstimos e financiamentos da casa própria e outros bens; de acordo com o método implantado de divulgação dos nossos projetos e produtos sociais e de acordo com as facilidades apresentadas em nossos contratos do SCS – Sistema de Conquista de Sonhos estimamos um crescimento mensal de 50%.
Nossa previsão de crescimento é de chegarmos ao final de 2020 com o mínimo de 1.600.000 (hum milhão e seiscentos mil) associados, utilizando-se dos nossos 08 (oito) produtos sociais.
Nesse auxílio, implantaremos franquias sociais para que todas as finalidades da nossa Oscip se faça cumprir, conforme nosso Estatuto Social.

Como base, utilizamo-nos da economia solidária para a oferta e concessão do crédito solidário, produto esse também utilizado pela CEF – Caixa Econômica Federal em meados da década de 2000. Essa divulgação se intensifica pelo método de marketing de relacionamento, ora implantado em nossa Organização, em que seu custo é imensamente menor que o marketing convencional/tradicional. Como garantia final do recebimento dos valores concedidos através do crédito solidário, aplicamos a lei da alienação fiduciária. Ainda como garantia, exigimos a contratação de seguro ou proteção do objeto do contrato, bem como nos prevalecemos de uma possível (se necessária) securitização do mesmo.

Como não aplicamos juros (e sim correção monetária) em nossas operações de concessão de crédito solidário, condicionamos tal liberação para apenas as pessoas que são associadas à nossa Oscip, ou seja, essas mensalidades associativas (mensalidades por reconhecer a relação de consumo entre o associado e a NMA – Não Me Abandone) nos ajudam a realizar/executar a missão principal da NMA que é o auxílio a outras entidades filantrópicas de pequeno porte e conhecimento da população brasileira, mas que porém, realizam um trabalho altamente importante em suas comunidades. Utilizamos 100% dos valores das mensalidades para atingir todos os objetivos até aqui divulgados e ainda a remuneração da nossa diretoria e colaboradores (empregados), tudo de acordo as leis trabalhistas e de Oscip.
Além da liberação de juros, nossas concessões creditícias solidárias não pesquisa em órgãos de proteção ao crédito a vida financeira pregressa do nosso associado, aumentando com isso, tanto a oferta do crédito solidário quanto a adesão de novos associados, que devem seguir à risca o contrato próprio de cada produto social, que nada mais exige que tão somente a adimplência para que se evite a dissociação dos mesmos.

Pensando numa hipotética vultosa inadimplência de um produto social específico, resolvemos ofertar/oferecer 08 (oito) produtos no total, fazendo com que um auxiliasse o outro, justamente por cada um fazer parte do conjunto chamado SCS – Sistema de Conquista de Sonhos. Ainda assim, e não satisfeitos apenas com essa medida, utilizamos as demais áreas da nossa Oscip para dar mais sustentação financeira, haja vista, nossa Oscip ser certificada para todas as 12 (doze) finalidades da lei das Oscip, condição essa que visa auxiliar/complementar o Governo Federal em seus programas, onde o resultado financeiro (lucro) dessas operações não será em hipótese alguma, dividido entre os associados, mas sim aplicados na consecução dos objetivos do SCS. Nesse momento é perceptível a importância das nossas franquias sociais.

Em rápida comparação com os consórcios, destacamo-nos (entre outros pontos) principalmente por não estabelecer em contrato a dependência de saldo de caixa para as contemplações. Nesse momento, verificando a necessidade de um complemento para contemplações, podemos optar pela securitização.
Ainda que existam desistências antes da contemplação, mesmo devolvendo os valores repassados em mensalidades associativas conforme contrato, não necessitaremos conceder o crédito pretendido por esse associado desistente. Porém, por entender que existem momentos na vida de todas as pessoas em que o lado financeiro fica prejudicado por qualquer que seja a razão exposta/apresentada, nosso contrato do SCS prevê e suporta momentos como esses através do nosso fundo de reserva.

Os demais produtos sociais, diferentes do segmento da habitação, foram incorporados ao SCS na certeza de oferecer condições aos nossos associados para a geração de emprego e renda, auxiliando nosso Governo Federal no desenvolvimento do nosso país. Os bens adquiridos por nossos associados serão sempre pagos à vista, fazendo com que a circulação da nossa moeda oficial do Brasil (Real), possa gerar mais emprego e renda indiretamente nas fábricas e montadoras de veículos, concessionárias, imobiliárias, construtoras, corretores de imóveis e automóveis, revendas de veículos, diversas fábricas de máquinas e equipamentos, prefeituras (recolhimento de impostos e fixação do habitante), entre outras.

Nosso desafio se completa pela necessidade de identificarmos modelos de gestão para explorar as potencialidades da nossa Oscip.

Atenciosamente,

Ivan Gusmão
Presidente
 

 
 
 
 
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